Todos los horarios

Resuelven misterio matemático de antigua tablilla babilónica

Un equipo de científicos de la Universidad de Nueva Gales del Sur, Australia, acaba de resolver el misterio matemático inscrito en milenaria tablilla perteneciente a la cultura babilónica, que intriga a matemáticos del mundo entero hace más de un siglo.

 

Videos más vistos del mes: La mente de Tesla 

 

La tablilla de arcilla conocida con el nombre de Plimpton 322 fue descubierta por el antropólogo Edgar Banks a principios del siglo XX. Desde entonces, numerosos especialistas han intentado decodificar el significado de las misteriosas series de números ordenados en quince filas y cuatro columnas.

Los investigadores determinaron que las inscripciones describen las diferentes formas de triángulos de ángulo recto utilizando un nuevo tipo de trigonometría basada en relaciones, no ángulos y círculos. La herramienta puede haber sido de gran utilidad para la topografía de campos y para realizar los cálculos arquitectónicos necesarios para construir palacios, templos o pirámides.

 

 

Daniel Mansfield, uno de los responsables del descubrimiento, cree que la tablilla “es un ejemplo de cómo el mundo antiguo nos puede enseñar algo nuevo”.

 


Fuente: abc.es


 

Possível localização dos míticos Jardins Suspensos da Babilônia intriga pesquisadores

A grande dúvida sobre a existência ou não dos míticos Jardins Suspensos da Babilônia ainda é alvo da curiosidade de pesquisadores e também de aficionados por assuntos da Antiguidade. Enquanto arqueólogos buscam provas da existência dos Jardins, alguns estudiosos têm questionado sua existência e defendem que o legendário lugar jamais existiu. Entre as teorias mais recentes sobre a existência ou não dos famosos Jardins está a de uma pesquisadora da Universidade de Oxford, que acredita na existência do mítico lugar, porém, não exatamente no local em que todos imaginavam.

Não apenas o Gênesis, mas vários livros da Bíblia relatam a existência da então poderosa Babilônia (“A Senhora dos Reinos”, de acordo com Isaías). A cidade, considerada invencível, seria mais tarde invadida e destruída, extamente como anunciava uma profecia divina
A pesquisadora Stephanie Dalley, ao longo de duas décadas, estudou antigos textos cuneiformes e, de acordo com suas pesquisas, os Jardins foram construídos a quase 480 quilômetros ao norte da Babilônia, em Nínive (no atual Iraque), a capital do império assírio rival. Ela afirma que o rei assírio Senaqueribe, e não Nabucodonosor II, teria construído a maravilha no início do século VII a.C., ou seja, um século mais cedo do que os estudiosos haviam imaginado.

Um fato que fortalece a hipótese é que escavações recentes em torno de Nínive, perto da atual cidade iraquiana de Moçul, apontaram evidências de um extenso sistema de aquedutos para levar água das montanhas. O estudo chegou para abalar opiniões dos que defendiam que a maravilha antiga nada mais era do que uma "miragem histórica".

Relatos bíblicos

A cidade de Babilônia está presente em vários relatos da Bíblia. Além dos supostos Jardins da cidade, também haveria a Torre de Babel, que, segundo o Gênesis, teria sido construída pelos descendentes de Noé após o dilúvio. Não apenas o Gênesis, mas vários livros da Bíblia relatam a existência da então poderosa Babilônia (“A Senhora dos Reinos”, de acordo com Isaías). A cidade, considerada invencível, seria mais tarde invadida e destruída, extamente como anunciava uma profecia divina.

Textos gregos e romanos já traziam imagens vívidas dos luxuosos Jardins Suspensos da Babilônia. De acordo com eles, o local teria existido em meio à paisagem quente e árida da antiga Babilônia, com vegetação exuberante, enormes cascata e cachoeiras descendo esplanadas. O local também teria plantas exóticas, ervas e flores. As fragrâncias flutuavam no oásis botânico, pontilhado com estátuas e altas colunas de pedra.

Acredita-se que o rei babilônico Nabucodonosor II construiu este paraíso de luxo no século VI a.C. como um presente para sua esposa, Amytis, que estava com saudades de casa. Contudo, para fazer brotar tanta natureza em meio ao deserto, foi necessário realizar maravilhas da engenhara de irrigação. Cientistas imaginam que ali foi aplicado um sistema de bombas, rodas d'água e cisternas para trazer água do rio Eufrates ao topo dos jardins.

As supostas ruínas da Babilônia estariam na cidade de Al Hillah, no Iraque. Era a cidade sagrada do reino babilônico em 2300 a.C. e capital do império de mesmo nome em 626 a.C. A cidade foi destruída por Ciro II da Pérsia, em 539 a.C., tornando-se uma província persa.

Fonte:

DailyMail

 

Arca de Noé em escala reduzida é construída a partir de “instruções” de tabuletas de 4 mil anos da Mesopotâmia

A história sobre a Arca de Noé, contada no livro Gênesis, é uma das mais populares e curiosas da Bíblia. O que para alguns soa mais como uma fábula repleta de metáforas que não podem ser levadas ao pé da letra, para outros, de fato, trata-se de um projeto de engenharia da época. E se esse projeto da arca fosse executado, como ela seria?

A arca foi construída em Kerala, no sudoeste da Índia, apenas com bambu, madeiras de árvores variadas como palmeiras, junco e betume indiano para impermeabilização.
Para o pesquisador Irving Finkel, curador do Museu Britânico, a resposta para esta pergunta está em tabuletas de 4 mil da antiga Mesopotâmia, no atual Iraque. Ele levou 20 anos para traduzir as tabuletas que contam como a arca de Noé teria sido construída. No final, chegou a uma conclusão que gerou polêmicas: a arca seria redonda e feita com juncos. Com o projeto em mãos, ele e uma equipe construíram, recentemente, uma réplica da arca em escala reduzida – estima-se que a embarcação original deveria pesar em torno de 35 toneladas. A construção seguiu métodos artesanais, iguais aos que, teoricamente, teriam sido usados há 4 mil anos.

A arca foi construída em Kerala, no sudoeste da Índia, apenas com bambu, madeiras de árvores variadas como palmeiras, junco e betume indiano para impermeabilização. A embarcação tinha dois níveis: a casa no piso superior e área para animais no inferior. Contudo, quando a réplica da arca ficou pronta, nem tudo correu como o esperado: após o lançamento, a água começou a entrar e foi necessário o uso de uma bomba para fazê-la flutuar. Apesar do problema, o Irving acredita que a culpa é da má qualidade do betume indiano em comparação com o que era usado na época na Mesopotâmia. Na opinião dele, os babilônios eram perfeitamente capazes de projetar um arca "extremamente eficaz" e estável.

Tradição bíblica

De acordo com a história da Bíblia, Deus ordenou um dilúvio para acabar com o mundo por causa da maldade humana. Apenas Noé, considerado o único homem justo sobre a face da Terra, foi poupado da ira de Deus. Para tanto, ele recebeu a ordem divina para construir uma arca para salvar seus familiares e espécies de todos os animais da Terra. Em um determinado momento, Deus encerrou o Dilúvio e fez recuar as águas e as terras secarem. No fim, Deus e Noé fazem um pacto.

Fontes:

RT, DailyMail
 

 

26.Mar.1899

Robert Koldewey descubrió Murallas Babilónicas

El arqueólogo alemán, Robert Koldewey, inició las excavaciones que lo llevaron a descubrir las inmensas murallas babilónicas el 26 de marzo de 1899, la mayor fortificación urbana de la antigüedad. Cuando Koldewey empezó la excavación de Babilonia, halló, en el rincón nororiental de la fortaleza sur, unas bóvedas con un profundo pozo, que coincidieron exactamente con las descripciones antiguas. Robert Koldewey, nació en 1855 y murió en 1925, era arquitecto de profesión, pero dedicó toda su vida a la investigación arqueológica revelando que la legendaria Babilonia de la Biblia era una realidad histórica. En 1882 comenzó a viajar por Turquía y la isla de Lesbos, y a través de sus expediciones posteriores trazó mapas y dibujos de las construcciones antiguas. También participó en la investigación de los templos griegos del sur de Italia, y fue profesor de arquitectura antigua.

26.Mar.1889

Robert Koldewey descobre as Muralhas Babilônicas

O arqueólogo alemão Robert Koldewey iniciou as escavações que o levaram a descobrir as imensas muralhas babilônicas em 26 de março de 1899, a maior fortificação urbana da Antiguidade. Quando Koldewey começou a escavação da Babilônia, achou, no lado nordeste da fortaleza sul, abóbadas com um profundo poço, que coincidiram exatamente com as descrições antigas. Robert Koldewey nasceu em 1855 e morreu em 1925. Era arquiteto de profissão, mas dedicou toda sua vida à pesquisa arqueológica, revelando que a legendária Babilônia da Bíblia era uma realidade histórica. Em 1882, começou a viajar pela Turquia e pela ilha de Lesbos, e através de suas expedições posteriores traçou mapas e desenhos das construções antigas. Também participou da pesquisa dos templos gregos do sul da Itália e foi professor de arquitetura antiga.

 

Imagem: Domínio Público, via Wikimedia Commons